•¨`*• Contos de Léa •¨`*•


27/02/2005


Foto de Juquehy

Foto da Praia de Juquehy

Essa praia é muito linda mesmo...

Convidativa a um delicioso banho de Mar e de Sol

Escrito por GAY Inside às 17:39:09
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Contos GLS

Amiga Amante


Sexta-Feira, mais um final de semana sem nada interessante pra fazer, assisti um vídeo, e já estava preparando-me pra dormir quando o telefone tocou, era a Carol, uma amiga que conheci na NET, num desses finais de semana chuvosos, ela sempre telefonava nas horas exatas, trocávamos confidencias e relatos amorosos há sete meses, já tínhamos nos encontrado algumas vezes, em barzinhos, pizzaria, danceteria, em minha casa, mas até ali, era somente amizade, é claro que ele era linda e desejável, com um rostinho angelical de garota safada, olhos castanhos, cabelos louros, pele bronzeada, com um belo par de coxas, abusava na mini saia sempre que saímos pra conversar ou dançar, mas era só, amizade e nada mais...
Bom, é lógico que, às vezes, ela deixava-me exitada quando contava suas aventuras amorosas rica em detalhes. Eu ficava imaginando como seria ficar entre aquelas pernas. E que pernas! Deus do céu.
- Alô!
- Julia, minha linda, e a Carol. Tudo bem?
- Melhor agora com você do outro lado da linha.
- Ta tristinha minha linda? Ta afim de companhia? Podemos sair, dançar, sei lá.
- Vem pra cá, Carolzinha.
E ela veio, como um foguete, 10 minutos até a campanhia tocar.
Nossa! Ela estava linda, como sempre. Mini saia, blusinha frente única, cabelos soltos e cheirosos, com os seios quase saltando da blusa. Entrou, com uma garrafa de vinho nas mãos, deu-me um abraço gostoso e jogou-se no sofá de minha sala. Eu fiquei na porta, parada, fitando-a, quando ela resmungou com aquela voz rouca.
- Vai ficar ai parada na porta me olhando?
(Ai Meu Deus! Será que estou dando na vista?) pensei.
Ficamos por horas conversando, jogando baralho e tomando aquele vinho delicioso, imaginava como seria tomá-lo em sua boca.
Já era tarde, perguntei se ela queria dormir em minha casa, ela assentiu e disse:
- Quero dormir com você minha linda.
Deu-me outro abraço gostoso e longo. Eu tremi, meu coração parecia querer saltar do peito. Meu rosto pegava fogo.
Não resistindo ao desejo, beijei-a. E que beijo gostoso. Ela se entregou ao beijo. De súbito, afastou seus lábios dos meus, para meu desespero, olhou-me seriamente nos olhos e perguntou:
- O que estamos fazendo?
Pronto, eu tinha estragado tudo. Nossa amizade iria por ralo abaixo depois da minha fraqueza. Centenas de pensamentos esquisitos e confusos passaram por minha cabeça numa fração de segundos. Ai meu Deus e agora?
- Perdão, Carol? Eu não queria... Eu... Desculpe?
- Calma minha linda. Disse com um sorriso lindo, para meu alívio.
Dessa vez foi ela que beijou-me. Uma corrente elétrica passou por meu corpo. Como eu a queria. Era louca por ela, mas não admitia.
Carol conduziu-me até o quarto, segurando em minhas mãos tremulas, encostou-me na parede e beijou-me com loucura. Eu delirei naquele momento. Desejava muito tê-la, por meses ficava a imaginar como seria fazer amor com aquela gata deliciosa.
Beijamos-nos ardentemente, nossas mãos pareciam desgovernadas, passeando uma no corpo da outra. Esfregamos-nos e acariciamos-nos com desespero por tanto desejo. Fomos tirando as roupas uma da outra, fazendo carícias, beijando, mordiscando, sussurrando coisas, palavras interrompidas pela respiração ofegante, cheias de tesão.
Passeando minhas mãos naquelas pernas maravilhosas, fui subindo lentamente, subi até os seios rijos, beijei, lambi, chupei, ela gemia, fui descendo até a barriguinha, o umbigo, Carol conduziu minha boca até seu sexo, dizendo que não agüentava mais esperar.
- Vamos para a cama Carol...
Deitamos coladas, nos beijando num desespero absurdo. O desejo nos consumia. Quase impossível relatar o que sentia.
Voltei a lamber seu sexo inchado de excitação. Ela gemia, se contorcia e pedia mais.
- Vem minha linda, eu não posso mais esperar. Vem?
Penetrei-a enquanto continuava a chupá-la bem gostoso. Ela gemeu mais alto. Fiquei assim por algum tempo e quando percebi que ela estava chegando ao orgasmo, parei, deitei ao seu lado e a fitei. Ela, sem entender perguntou:
- Porque você parou? Quer enlouquecer-me? O que foi?
Dei um sorriso e disse:
- Calma minha gatinha. Segura mais um pouco. Vai ser mais gostoso, quanto mais exitada você ficar, melhor será.
Ela sorriu com ar de alívio. Deitei sobre seu corpo e iniciei uma cavalgada deliciosa em seu sexo. Ela gemia e acariciava seus seios.
Afastei suas mãos com as minha massageando aqueles seios fartos, durinhos de tesão. Enquanto esfregávamos nossos sexos úmidos e quentes, trocávamos carinhos e olhares furiosos.
Nem eu estava mais suportando, parecia que ia explodir, minhas veias saltavam, as dela também, estávamos loucas, desesperadas, fora de controle.
Entregamos-nos ao prazer, gozando, explodindo, estremecendo. Carol soltou um gritinho de prazer, e eu fui ao céu gozando em cima dela, ao vê-la chegar ao auge. O desespero que consumia-nos era assustador, porém exastou nossos corpos banhados de suor e néctar. Deitamos, corpos colados, respiração acelerada, com os olhos ressaltando a felicidade, ficamos por um longo tempo abraçadas, trocando carícias e beijos.
Passamos o resto da noite intercalando, hora conversando, hora nos amando intensamente, hora em silêncio abraçadas. Fomos dormir quase ao amanhecer... Quando a exaustão tomou conta de nossos corpos e nossos olhos já não conseguiam mais permanecer na luz.
Vai fazer um ano que estamos juntas, e quando nos amamos é sempre como se fosse a primeira vez, o mesmo fogo, a mesma paixão, o mesmo delírio e loucura. Amo vê-la dançar, isso exita-me e faz-me rir, principalmente quando vamos há alguma danceteria e todos babam por ela, devorando suas belas pernas com os olhos, pois sei, que esta bela mulher, atraente e sorridente, é minha namorada, minha amante, minha cúmplice, minha amiga, minha loucura e sensatez. E isso, é tudo que eu quero na vida.

Escrito por GAY Inside às 15:32:12
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BRASIL, Sudeste, SAO SEBASTIAO, Juquehy, Mulher, de 26 a 35 anos, Portuguese, Cinema e vídeo, Arte e cultura, poesia, literatura, game, viagens, conto